terça-feira, 1 de março de 2011

Observatório busca voluntários

O Observatório Social de Apucarana continua sua busca por voluntários. Os interessados podem visitar a sede do OSA ou solicitar uma apresentação da entidade em clubes de serviços, associações e demais grupos.

Na última terça e quarta-feira, por exemplo, a diretoria do OSA esteve realizando encontros no SESC com grupos da Terceira Idade, alunos do EJA (Educação de Jovens e Adultos) e Câmara das Mulheres Empreendedoras de Apucarana. “Nosso objetivo é explicar a função social do observatório, que busca voluntários para realizar um trabalho de longo prazo: educação fiscal em órgãos públicos. O resultado disso é uma sociedade com um futuro melhor”, explica Junior Serea, presidente do OSA.

Os voluntários interessados em participar do OSA só não podem ter ligação em movimentos políticos. “É nossa condição especial de não participação. Uma vez que temos que ser imparciais para poder fiscalizar órgãos públicos”, ressalta Serea.

Mais informações sobre o OSA pelo fone 3162-4317, ou ainda no Edifício Palácio do Comércio, 3 andar, sala 302, na Rua Osvaldo Cruz, 510.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Hino da Cidadania

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Cartilha Olho Vivo

Esta cartilha traz informações e conceitos básicos para que o cidadão comece a acompanhar a utilização do dinheiro público em sua cidade.


http://www.cgu.gov.br/Publicacoes/CartilhaOlhoVivo/Arquivos/CartillhaOlhoVivo_baixa_V2.pdf

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

"Sem integração com a população não há como combater o crime”


Na última década, o Paraná, segundo o secretário de Segurança Pública do Estado, Reinaldo de Almeida César, viu piorar “dramaticamente” o perfil deste setor, com redução de investimentos e de efetivo policial, com o aumento paralelo significativo da criminalidade, facilitada igualmente pelas causas endêmicas da violência, como afirmou, em palestra para dezenas de empresários, na última quarta-feira (16/02), na Associação Comercial do Paraná.



Ao evento, promovido pelo Conselho Político da entidade, compareceram, além de César, o coronel Marcos Theodoro Scheremetta, comandante geral da Policia Militar, e o delegado-chefe da Policia Civil no Estado, Marcus Vinicius da Costa Michelotto. “Não podemos ‘funalizar’ o debate e nem administrar a segurança pública olhando pelo retrovisor. A necessidade de segurança pública não faz distinção entre um bilionário e um miserável. E todos devem saber que tratamos a segurança em um ambiente técnico, acima das questões políticas”, adiantou César, antes de dar informações sobre o quadro deste setor no Estado.



Um dos exemplos emblemáticos deste perfil é o percentual de homicídios por 100 mil habitantes. No país, esta taxa se situa em 17%; no Paraná em 34%; em Curitiba, em 32%, e na região metropolitana da capital paranaense, em 62%, com a profusão dos chamados “pontos quentes” do crime, de acordo com o secretário, que acrescentou que do total de homicídios, 80% estão ligados à droga. Ele reconheceu que os números são “assustadores” e que em outras capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as taxas, comparativamente, têm diminuído nos últimos anos.



O ataque às drogas



O combate ao crime se dará em várias frentes no Paraná, segundo César. “Mas, não há outro caminho que não seja o da integração. E integração não só entre as forças policiais de todas as esferas, mas também com a comunidade, com entidades de classe com representatividade, como é o caso da Associação Comercial do Paraná”. Ele informou que o Paraná, um dos poucos Estados que não têm um Gabinete de Gestão Integrada (GGI), passará a contar com três: um funcionará em Curitiba, com abrangência estadual, um no litoral e outro em Foz do Iguaçu, voltado para coordenar operações nas fronteiras do Paraná com o Paraguai e Argentina e nas divisas com Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e São Paulo.



“Nossa faixa de fronteira, com 139 municípios, é um grande problema. Há, por exemplo, uma forte migração da criminalidade de São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul para cá. Precisamos e vamos criar um cinturão de proteção de fronteira”. Segundo ele, contatos neste sentido foram mantidos, com “ótimos resultados”, com a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki. Os Gabinetes de Gestão Integrada reunirão um colegiado técnico, com todos os órgãos representativos da segurança, como a Polícia Federal, polícias Militar e Civil, Polícia Rodoviária Federal, além da Receita Federal, para o diagnóstico e planejamento operacional.



Principal combustível dos índices de criminalidade, o tráfico de drogas será atacado severamente, prometeu César. “Desde discutirmos com as prefeituras sobre a liberação de alvarás de bares, nos arredores das escolas, que vendem bebidas para menores até o combate sistemático e científico às drogas pesadas. O crack, por exemplo, é um flagelo e 98% dos municípios brasileiros sofrem com ele. Vamos combatê-lo como às outras drogas, que não são só um problema de polícia, mas uma questão de política pública”.



O secretário enfatizou que o Paraná “precisa ter o respeito democrático de Direito, o respeito às leis. Não existe herói e nem xerife, muito menos Capitão América. Mas, no Paraná, com a integração das forças policiais e a colaboração da população, a lei vai valer”.



Além de elogiar a coragem e a disposição dos responsáveis diretos pela segurança pública no Estado, o presidente da ACP, Edson Ramon, frisou que “não há país desenvolvido econômica e socialmente se a segurança é vista apenas do ponto de vista corretivo. É preciso termos uma política nesta área de forma preventiva e corretiva”. Para ele, as bandeiras da ética e da moral, defendidas ao longo da existência da ACP, devem ser disseminadas “para toda a população de forma a fazer com que o crime, seja pequeno ou grande, seja condenado, tenha a repulsa dos homens de bem”.



Matéria: Nilson Monteiro - Associação Comercial do Paraná



na foto da direita para a esquerda - o primeiro é o Delegado chefe do Paraná - Dr Marcos V Michelloto

o último é o Secretário de Segurança Pública - Dr Reinaldo Almeida Cesar

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Informações úteis não divulgadas!

IMPORTANTE :

1. Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.

O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br

Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.

Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.


2. AUXÍLIO À LISTA

Telefone 102... não!

Agora é: 08002800102

Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes...

NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.


3.  Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???

Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:

Habilitação (R$ 42,97);

Identidade (R$ 32,65);

Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).

Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia a um posto do IFP..

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Microempresas faturam R$ 15,9 bi em 2010 com compras por pregão eletrônico.

Uma das razões desse desempenho, segundo a SLTI, foi o aumento da quantidade de pequenos fornecedores que passaram a disputar as licitações públicas, saindo de 210.347 em 2009 para 231.854 no ano passado. Hoje, as MPEs já representam 55,3% do total de empresários de todos os portes que vendem para o governo federal. Essa adesão vem ganhando força desde 2006, quando foi editada a Lei Complementar nº 123. “A norma estabeleceu tratamento diferenciado aos microempresários e significou um grande passo para a inclusão desse grupo de empresas nas contratações públicas”, lembra a secretária Glória Guimarães.

O pregão eletrônico respondeu por 80% de tudo que foi adquirido pela administração pública federal em 2010 das micro e pequenas empresas (MPEs). E elas nunca venderam tanto ao governo como no ano passado, quando as compras públicas de produtos e serviços de microempresários somaram R$ 15,9 bilhões – um crescimento de 8,9% em relação ao valor nominal de 2009, que foi de R$ 14,6 bilhões, um volume recorde. É o que mostra o balanço que acaba de ser concluído pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI), do Ministério do Planejamento.

Um das razões desse desempenho, segundo a SLTI, foi o aumento da quantidade de pequenos fornecedores que passaram a disputar as licitações públicas, saindo de 210.347 em 2009 para 231.854 no ano passado. Hoje, as MPEs já representam 55,3% do total de empresários de todos os portes que vendem para o governo federal. Essa adesão vem ganhando força desde 2006, quando foi editada a Lei Complementar nº 123. “A norma estabeleceu tratamento diferenciado aos microempresários e significou um grande passo para a inclusão desse grupo de empresas nas contratações públicas”, lembra a secretária Glória Guimarães.

Os dados foram compilados do Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais (Siasg) e abrangem todos os órgãos da administração direta, autárquica e fundacional. O levantamento vai subsidiar os integrantes do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, do qual o Ministério do Planejamento faz parte.

De acordo com Glória Guimarães, os investimentos públicos em compras não só fortalecem a competitividade e o desenvolvimento econômico, mas também o aspecto social ao estimular a abertura de novos empregos. “A cada R$ 1 bilhão do que o governo adquire só das micro e pequenas empresas são geradas sete mil novas vagas de trabalho.”

Segundo o gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, Bruno Quick, a administração pública estabeleceu novo patamar no que se refere à participação dos microempresários nas contratações públicas. “Há cinco anos apenas 17% das MPEs conseguiam vender ao governo e atualmente já estamos em torno de 30%”.

Com as mudanças implantadas no mês passado pela SLTI no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), que passou a ser feito pela internet, Quick acredita que a tendência é de crescimento desse percentual. “Nossa expectativa, para os próximos três anos, é de ter no Sicaf cerca de 350 mil pequenos empresários”. Para ele, além de facilitar o acesso ao cadastro, o novo sistema manterá os empresários melhor informados sobre as políticas das contratações públicas.

http://www.tiinside.com.br/11/02/2011/microempresas-faturam-r-15-9-bi-em-2010-com-compras-por-pregao-eletronico/ti/213595/news.aspx

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011, 10h46